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  • James Webb comprova a teoria do MULTIVERSO de Stephen Hawking?

    Stephen Hawking teorizou, baseado na matemática e na física, sobre a existência de outros universos. O Multiverso é algo que teria surgido logo após o Big Bang, há bilhões de anos. Você sabia que o telescópio James Webb pode ajudar os cientistas a desvendar esses segredos do passado longínquo? Ivan Lima nos conta mais sobre.

    Fonte Fatos Desconhecidos
    Ficha Técnica:
    ROTEIRISTA: Marcelo Augusto Filho/ EDITOR DE VÍDEO: Afonso Nunes/ ILUSTRADOR (THUMBNAIL): Vinícius Resende / DIRETOR DE FOTOGRAFIA e OPERADOR DE CÂMERA: Francisco (Sombra) / CINEGRAFISTA: Ian Suzart / AUXILIAR DE CÂMERA: Danyllo Freitas / AUXILIAR DE ESTÚDIO: Pablwo Henryky / PRODUTOR: Thales da Guarda / DIREÇÃO DE ESTÚDIO: Carlos de Freitas /ÁUDIO e DIREÇÃO DE CENA E DE GRAVAÇÃO: Marlúcio Rezende / REVISÃO DE ROTEIROS: Maurício Moreira / CHEFE DEP. YOUTUBE: Gabriel Vilela / GERENTE DE PRODUÇÃO: Augusto Ijanc / PRODUTOR EXECUTIVO: Luiz Phellype Alves

    #jameswebb #stephenhawking #multiverso #metaverso #multiverse #dantaz #collab
    James Webb comprova a teoria do MULTIVERSO de Stephen Hawking? Stephen Hawking teorizou, baseado na matemática e na física, sobre a existência de outros universos. O Multiverso é algo que teria surgido logo após o Big Bang, há bilhões de anos. Você sabia que o telescópio James Webb pode ajudar os cientistas a desvendar esses segredos do passado longínquo? Ivan Lima nos conta mais sobre. Fonte Fatos Desconhecidos Ficha Técnica: ROTEIRISTA: Marcelo Augusto Filho/ EDITOR DE VÍDEO: Afonso Nunes/ ILUSTRADOR (THUMBNAIL): Vinícius Resende / DIRETOR DE FOTOGRAFIA e OPERADOR DE CÂMERA: Francisco (Sombra) / CINEGRAFISTA: Ian Suzart / AUXILIAR DE CÂMERA: Danyllo Freitas / AUXILIAR DE ESTÚDIO: Pablwo Henryky / PRODUTOR: Thales da Guarda / DIREÇÃO DE ESTÚDIO: Carlos de Freitas /ÁUDIO e DIREÇÃO DE CENA E DE GRAVAÇÃO: Marlúcio Rezende / REVISÃO DE ROTEIROS: Maurício Moreira / CHEFE DEP. YOUTUBE: Gabriel Vilela / GERENTE DE PRODUÇÃO: Augusto Ijanc / PRODUTOR EXECUTIVO: Luiz Phellype Alves #jameswebb #stephenhawking #multiverso #metaverso #multiverse #dantaz #collab
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  • Procurando um lugar aconchegante para passar um final de semana com a família ou realizar algum evento especial?

    Conheça o ESTELLAR

    Estrutura completa com muito lazer e tranquilidade junto à natureza!

    Embu Guaçu SP

    Reserve sua data com antecedência

    Pacote de Feriado
    Pacote fim de Semana
    Datas Comemorativas (Natal, Réveillon e Carnaval

    Agende uma visita para conhecer pessoalmente.
    (11) 5198-2510
    Procurando um lugar aconchegante para passar um final de semana com a família ou realizar algum evento especial? Conheça o ESTELLAR Estrutura completa com muito lazer e tranquilidade junto à natureza! Embu Guaçu SP Reserve sua data com antecedência Pacote de Feriado Pacote fim de Semana Datas Comemorativas (Natal, Réveillon e Carnaval Agende uma visita para conhecer pessoalmente. (11) 5198-2510
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  • AS RUÍNAS DO OBSERVATÓRIO MEGALÍTICO DE KOKINO. MACEDÔNIA

    Localização: República da Macedônia do Norte , a aproximadamente 30 km da cidade de Kumanovo e a cerca de 6 km da fronteira com a Sérvia, no município de Staro Nagoričane .
    Em 2001, as ruínas de um incrível observatório astronômico foram encontradas fora da pequena vila de Kokino, no norte da Macedônia. No cume da montanha Tatićev Kamen, 1030 m acima do nível do mar.

    No local encontraram uma abundância de vasos cerâmicos, moldes para machados de bronze e joias. Dentro de rachaduras nas rochas da montanha, foram encontrados restos de vasos com oferendas, levando o local a ser chamado de “montanha sagrada”.
    Pesquisadores também descobriram pedras gigantes dispostas em padrões estranhos. Com um estudo mais aprofundado, eles os identificaram como marcadores de pedra usados ​​para rastrear os padrões do sol e da lua, tornando o local um antigo observatório megalítico, datado de quase 3.800 anos.
    Toda estrutura é muito complexa e ao mesmo tempo parece ter sido apagada por um evento cataclísmico que deixou apenas ruínas.
    Duas plataformas, separadas, estão localizadas no centro das ruínas do observatório. A plataforma mais alta consiste em marcadores "esculpidos" em rocha, que indicam eventos astronômicos significativos, como os solstícios de verão e inverno, bem como os equinócios de primavera e outono. Quatro enormes tronos de pedra, voltados para o leste, compõem a plataforma inferior.

    Os membros mais poderosos da comunidade ocupavam seu lugar de destaque naqueles tronos, e observava a luz que fluía através dos marcos esculpidos, e contemplava a energia do sol enquanto rituais eram realizados.
    Seus calendários lunares seguiam um ciclo de 19 anos, onde, nos primeiros 12 anos, cada ano tinha 12 meses — 6 meses de verão e 6 meses de inverno. Os 7 anos restantes foram divididos em 13 meses cada.

    Um conhecimento muito avançado para a época, parece ter existido em todo o mundo. Podemos apenas supor quem foram as pessoas que construíram esse tipo de observatório e de onde obtiveram esse conhecimento...

    Fonte: Ancient Secrets of Kokino Observatory (English Edition) Gjore Cenev
    Jovica Stankovski, diplomado em história da arte e arqueologia, diretor do museu nacional em Kumanovo . Macedônia.


    #ruinasobservatorio #megaliticodekokino #kokino #ruinasdekokino #megaliticodemadedonia #multiverso #metaverso #collab
    AS RUÍNAS DO OBSERVATÓRIO MEGALÍTICO DE KOKINO. MACEDÔNIA Localização: República da Macedônia do Norte , a aproximadamente 30 km da cidade de Kumanovo e a cerca de 6 km da fronteira com a Sérvia, no município de Staro Nagoričane . Em 2001, as ruínas de um incrível observatório astronômico foram encontradas fora da pequena vila de Kokino, no norte da Macedônia. No cume da montanha Tatićev Kamen, 1030 m acima do nível do mar. No local encontraram uma abundância de vasos cerâmicos, moldes para machados de bronze e joias. Dentro de rachaduras nas rochas da montanha, foram encontrados restos de vasos com oferendas, levando o local a ser chamado de “montanha sagrada”. Pesquisadores também descobriram pedras gigantes dispostas em padrões estranhos. Com um estudo mais aprofundado, eles os identificaram como marcadores de pedra usados ​​para rastrear os padrões do sol e da lua, tornando o local um antigo observatório megalítico, datado de quase 3.800 anos. Toda estrutura é muito complexa e ao mesmo tempo parece ter sido apagada por um evento cataclísmico que deixou apenas ruínas. Duas plataformas, separadas, estão localizadas no centro das ruínas do observatório. A plataforma mais alta consiste em marcadores "esculpidos" em rocha, que indicam eventos astronômicos significativos, como os solstícios de verão e inverno, bem como os equinócios de primavera e outono. Quatro enormes tronos de pedra, voltados para o leste, compõem a plataforma inferior. Os membros mais poderosos da comunidade ocupavam seu lugar de destaque naqueles tronos, e observava a luz que fluía através dos marcos esculpidos, e contemplava a energia do sol enquanto rituais eram realizados. Seus calendários lunares seguiam um ciclo de 19 anos, onde, nos primeiros 12 anos, cada ano tinha 12 meses — 6 meses de verão e 6 meses de inverno. Os 7 anos restantes foram divididos em 13 meses cada. Um conhecimento muito avançado para a época, parece ter existido em todo o mundo. Podemos apenas supor quem foram as pessoas que construíram esse tipo de observatório e de onde obtiveram esse conhecimento... Fonte: Ancient Secrets of Kokino Observatory (English Edition) Gjore Cenev Jovica Stankovski, diplomado em história da arte e arqueologia, diretor do museu nacional em Kumanovo . Macedônia. #ruinasobservatorio #megaliticodekokino #kokino #ruinasdekokino #megaliticodemadedonia #multiverso #metaverso #collab
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  • A PEDRA DE INGÁ
    Localizada no Brasil, é uma maravilha arqueológica mundial. Tem mais de 6 mil anos e centenas de símbolos estranhos.
    Cientistas de todo o mundo tentaram decifrá-la sem sucesso, a única coisa que se conhece é que possui caracteres egípcios, fenícios, sumérios também semelhantes ao rongorongo da Ilha de Páscoa e principalmente símbolos da linguagem nostrática, o mais antigo e raro da humanidade.
    Na pedra aparece a constelação de Órion, a via láctea, mensagens de um desastre mundial que virá no futuro, métodos para abrir portas mentais e viajar para mundos dimensionais, fórmulas matemáticas, equações e muitas outras coisas impactantes.
    Quem deixou escrito há 6 mil anos tal conhecimento nesta pedra? Como é possível que eles soubessem tudo isso no passado?
    A Pedra de Ingá é um monumento arqueológico, identificado como "itacoatiara", constituído por um terreno rochoso que possui inscrições rupestres entalhadas na rocha, localizado no município brasileiro de Ingá no estado da Paraíba.
    O termo "itacoatiara" vem da língua tupi: itá ("pedra") e kûatiara ("riscada" ou "pintada"). De acordo com a tradição, quando os indígenas potiguaras, que habitavam a região, foram indagados pelos colonizadores europeus sobre o que significavam os sinais inscritos na rocha, usaram esse termo para se referir aos mesmos.
    A formação rochosa em gnaisse cobre uma área de cerca de 250 m². No seu conjunto principal, um paredão vertical de 50 metros de comprimento por 3 metros de altura, e nas áreas adjacentes, há inúmeras inscrições cujos significados ainda são desconhecidos. Neste conjunto estão entalhadas figuras diversas, que sugerem a representação de animais, frutas, humanos e constelações como a de Órion.
    O sítio arqueológico fica a 109 km de João Pessoa e a 38 km de Campina Grande. O acesso ao local se dá pela BR 230, onde há uma entrada para a PB 90, na qual após percorrer 4,5 km chega-se ao núcleo urbano de Ingá. Atravessando a avenida principal da cidade, percorrem-se mais 5 km por estrada asfaltada até se chegar ao Sítio Arqueológico da Pedra do Ingá. No local há um prédio de apoio aos visitantes e as instalações de um museu de História Natural, com vários fósseis e utensílios líticos encontrados na região onde hoje fica a cidade.
    O sítio arqueológico está numa área, outrora privada, que foi doada ao Governo Federal e posteriormente tombada como Monumento Nacional pelo extinto Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN), a 30 de novembro de 1944."

    #pedradeinga #sitioarqueológico #joaopessoa #campinagrande #fenicios #sumerios #rongorongo #IlhadePascoa
    A PEDRA DE INGÁ Localizada no Brasil, é uma maravilha arqueológica mundial. Tem mais de 6 mil anos e centenas de símbolos estranhos. Cientistas de todo o mundo tentaram decifrá-la sem sucesso, a única coisa que se conhece é que possui caracteres egípcios, fenícios, sumérios também semelhantes ao rongorongo da Ilha de Páscoa e principalmente símbolos da linguagem nostrática, o mais antigo e raro da humanidade. Na pedra aparece a constelação de Órion, a via láctea, mensagens de um desastre mundial que virá no futuro, métodos para abrir portas mentais e viajar para mundos dimensionais, fórmulas matemáticas, equações e muitas outras coisas impactantes. Quem deixou escrito há 6 mil anos tal conhecimento nesta pedra? Como é possível que eles soubessem tudo isso no passado? A Pedra de Ingá é um monumento arqueológico, identificado como "itacoatiara", constituído por um terreno rochoso que possui inscrições rupestres entalhadas na rocha, localizado no município brasileiro de Ingá no estado da Paraíba. O termo "itacoatiara" vem da língua tupi: itá ("pedra") e kûatiara ("riscada" ou "pintada"). De acordo com a tradição, quando os indígenas potiguaras, que habitavam a região, foram indagados pelos colonizadores europeus sobre o que significavam os sinais inscritos na rocha, usaram esse termo para se referir aos mesmos. A formação rochosa em gnaisse cobre uma área de cerca de 250 m². No seu conjunto principal, um paredão vertical de 50 metros de comprimento por 3 metros de altura, e nas áreas adjacentes, há inúmeras inscrições cujos significados ainda são desconhecidos. Neste conjunto estão entalhadas figuras diversas, que sugerem a representação de animais, frutas, humanos e constelações como a de Órion. O sítio arqueológico fica a 109 km de João Pessoa e a 38 km de Campina Grande. O acesso ao local se dá pela BR 230, onde há uma entrada para a PB 90, na qual após percorrer 4,5 km chega-se ao núcleo urbano de Ingá. Atravessando a avenida principal da cidade, percorrem-se mais 5 km por estrada asfaltada até se chegar ao Sítio Arqueológico da Pedra do Ingá. No local há um prédio de apoio aos visitantes e as instalações de um museu de História Natural, com vários fósseis e utensílios líticos encontrados na região onde hoje fica a cidade. O sítio arqueológico está numa área, outrora privada, que foi doada ao Governo Federal e posteriormente tombada como Monumento Nacional pelo extinto Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN), a 30 de novembro de 1944." #pedradeinga #sitioarqueológico #joaopessoa #campinagrande #fenicios #sumerios #rongorongo #IlhadePascoa
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  • Campos do Jordão SP

    Vamos viver um dia todo especial e conhecer os encantos desta linda cidade

    Saida aos sábado
    Incluso:
    Transporte semi leito Double Decker com serviço de bordo
    City Tour nos principais pontos turísticos com guia Local
    Fotógrafo
    Seguro viagem
    🏽‍Guia de turismo
    Kit bordo
    Valores por pessoa:
    Valor Especial para amigos e casais
    Reservas pelo nosso site
    Formas de Pagamento:
    Cartão de crédito
    Parcelamento por Boleto
    Parcelamento por pix sem juros
    Crianças de 0 a 5 anos viajando no colo não pagam
    Só fazemos reservas mediante ao pagamento do bloqueio
    Vagas limitadas (será apenas 1 ônibus )
    🗓 Embarques : São Paulo
    São Lourenço da Serra
    Embu das Artes
    Barra funda

    WhatsApp para contato:
    (11)956 979 408 whats
    Reservas: Eco Tur
    Ônibus Semi leito Double Decker,equipado com tv,ar condicionado,Dvd,banheiro,manta e travesseiros para seu maior conforto na viagem.
    Sobre a Eco Tur é uma agência com experiência e credibilidade ,sempre prezando o conforto e visando a segurança dos seus clientes contratando sempre o melhor para o seu cliente,com registro no ministério do turismo,em nossa página de ser verificada as avaliações e experiências dos clientes.
    Cadastur :
    Os melhores viajam com Eco Tur
    Verifique outras viagens

    #excursao #viagens #ferias #fimdesemana #passeio #ecotur #camposdojordao #festivaldeinverno #passeioromantico
    Campos do Jordão SP Vamos viver um dia todo especial e conhecer os encantos desta linda cidade 🗓️Saida aos sábado Incluso: 🚌Transporte semi leito Double Decker com serviço de bordo 🍁 🏃 City Tour nos principais pontos turísticos com guia Local 📸 Fotógrafo 🆘 Seguro viagem 🙋🏽‍♀️Guia de turismo 🍪 Kit bordo Valores por pessoa: 💰 Valor Especial para amigos e casais ✔️ Reservas pelo nosso site Formas de Pagamento: ✅Cartão de crédito ✅Parcelamento por Boleto ✅Parcelamento por pix sem juros ⚠️Crianças de 0 a 5 anos viajando no colo não pagam ➡️Só fazemos reservas mediante ao pagamento do bloqueio 📌Vagas limitadas (será apenas 1 ônibus ) 🗓 Embarques : São Paulo 🚌 São Lourenço da Serra 🚌Embu das Artes 🚌Barra funda WhatsApp para contato: 📲 (11)956 979 408 whats Reservas: Eco Tur ▶️Ônibus Semi leito Double Decker,equipado com tv,ar condicionado,Dvd,banheiro,manta e travesseiros para seu maior conforto na viagem. ▶️Sobre a Eco Tur é uma agência com experiência e credibilidade ,sempre prezando o conforto e visando a segurança dos seus clientes contratando sempre o melhor para o seu cliente,com registro no ministério do turismo,em nossa página de ser verificada as avaliações e experiências dos clientes. Cadastur : Os melhores viajam com Eco Tur Verifique outras viagens #excursao #viagens #ferias #fimdesemana #passeio #ecotur #camposdojordao #festivaldeinverno #passeioromantico
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  • Mario Trilha de SP Com 170 km liga parques e passa por terra indígena

    O Percurso da trilha Interparques liga dez unidades de conservação e parque urbano. É possível percorrê-la a pé ou de bike.

    A quantidade de quilômetros de trânsito parado é um indicador comum quando se fala da capital paulista. Mas, desta vez, o assunto são os 170 quilômetros da Interparques, maior trilha de São Paulo, que podem ser percorridos a pé ou de bicicleta.

    Localizada na zona sul, ela liga dez unidades de conservação e um parque urbano.

    O percurso também passa pela Terra Indígena Tenondé-Porã, que reúne aldeias guarani como Guyrapaju, Kalipety, Yrexakã, Tape Miri, Kuaray Rexakã, Krukutu. O acesso a trilha é livre e gratuito. Mas quem quiser visitar as aldeias precisa se cadastrar com antecedência no
    De toda sua extensão, a Interparques tem 12 quilômetros demarcados pela Prefeitura de São Paulo, de acordo com o padrão da Rede Brasileira de Trilhas. Um grupo de voluntários recebeu treinamento e, neste sábado (25/3), começa a sinalizar o percurso turístico que também atravessa reservas particulares e integra o Polo de Ecoturismo de Parelheiros.

    A trilha circular começa na Balsa da Ilha do Bororé, no bairro Grajaú, passa pelos parques naturais municipais Bororé, Varginha, Itaim e Jaceguava. Então, o trajeto sai da capital paulista e entra no parque estadual Várzea do Embu-Guaçu, em Embu-Guaçu, na região metropolitana.

    De volta à capital, o circuito entra no parque urbano Nascentes do Ribeirão Colônia, no parque natural municipal Cratera de Colônia, no parque estadual da Serra do Mar (núcleo Curucutu).

    O caminho de retorno passa pela reserva particular do patrimônio natural Sítio Curucutu.

    Apesar de ter sido lançado em junho do passado, o trajeto Interparques conecta pontos turísticos e preservação que já estão consolidados a mais tempo.

    “Algumas unidades de conservação existem há 20 anos, como é o caso da área de proteção ambiental Capivari-Monos, mas a maior parte dos paulistanos desconhece a existência dessas áreas”, afirma Anita Martins, diretora das Unidades de Conservação da Prefeitura de São Paulo.

    “Muitas vezes, as pessoas de São Paulo buscam outras cidades, como Jundiaí e Mairiporã, para fazer turismo de natureza, mas nós temos aqui na capital áreas naturais muito relevantes“, completa.

    Se 170 quilômetros de distância te assustam, não se preocupe porque é possível acessar a trilha em diversos pontos e fazer trechos menores. O trajeto inclui paisagens com remanescentes de Mata Atlântica, cachoeiras, estradas rurais e cenários um pouco mais urbanos com asfalto.

    “Se você for fazer a pé, você pode levar cerca de dez dias para completá-la. Se você for fazer de bicicleta, pode levar quatro a cinco dias”, explica Marcelo Mendonça, coordenador dos parques naturais da capital paulista.

    A prefeitura está mapeando comércios – como pousadas, campings, oficinas de bicicleta e lanchonetes – que estão no percurso. “Nós estamos articulando com todos esses segmentos. Inclusive, incentivando a comunidade local a investir nos serviços turísticos”, diz Mendonça.

    #trihasp #aldeia #TenondéPorã #guarani #Guyrapaju #Kalipety #Yrexakã #TapeMiri #Kuaray #Rexakã #Krukutu #embuguaçu #embuguacu

    fonte: metropoles
    Mario Trilha de SP Com 170 km liga parques e passa por terra indígena O Percurso da trilha Interparques liga dez unidades de conservação e parque urbano. É possível percorrê-la a pé ou de bike. A quantidade de quilômetros de trânsito parado é um indicador comum quando se fala da capital paulista. Mas, desta vez, o assunto são os 170 quilômetros da Interparques, maior trilha de São Paulo, que podem ser percorridos a pé ou de bicicleta. Localizada na zona sul, ela liga dez unidades de conservação e um parque urbano. O percurso também passa pela Terra Indígena Tenondé-Porã, que reúne aldeias guarani como Guyrapaju, Kalipety, Yrexakã, Tape Miri, Kuaray Rexakã, Krukutu. O acesso a trilha é livre e gratuito. Mas quem quiser visitar as aldeias precisa se cadastrar com antecedência no De toda sua extensão, a Interparques tem 12 quilômetros demarcados pela Prefeitura de São Paulo, de acordo com o padrão da Rede Brasileira de Trilhas. Um grupo de voluntários recebeu treinamento e, neste sábado (25/3), começa a sinalizar o percurso turístico que também atravessa reservas particulares e integra o Polo de Ecoturismo de Parelheiros. A trilha circular começa na Balsa da Ilha do Bororé, no bairro Grajaú, passa pelos parques naturais municipais Bororé, Varginha, Itaim e Jaceguava. Então, o trajeto sai da capital paulista e entra no parque estadual Várzea do Embu-Guaçu, em Embu-Guaçu, na região metropolitana. De volta à capital, o circuito entra no parque urbano Nascentes do Ribeirão Colônia, no parque natural municipal Cratera de Colônia, no parque estadual da Serra do Mar (núcleo Curucutu). O caminho de retorno passa pela reserva particular do patrimônio natural Sítio Curucutu. Apesar de ter sido lançado em junho do passado, o trajeto Interparques conecta pontos turísticos e preservação que já estão consolidados a mais tempo. “Algumas unidades de conservação existem há 20 anos, como é o caso da área de proteção ambiental Capivari-Monos, mas a maior parte dos paulistanos desconhece a existência dessas áreas”, afirma Anita Martins, diretora das Unidades de Conservação da Prefeitura de São Paulo. “Muitas vezes, as pessoas de São Paulo buscam outras cidades, como Jundiaí e Mairiporã, para fazer turismo de natureza, mas nós temos aqui na capital áreas naturais muito relevantes“, completa. Se 170 quilômetros de distância te assustam, não se preocupe porque é possível acessar a trilha em diversos pontos e fazer trechos menores. O trajeto inclui paisagens com remanescentes de Mata Atlântica, cachoeiras, estradas rurais e cenários um pouco mais urbanos com asfalto. “Se você for fazer a pé, você pode levar cerca de dez dias para completá-la. Se você for fazer de bicicleta, pode levar quatro a cinco dias”, explica Marcelo Mendonça, coordenador dos parques naturais da capital paulista. A prefeitura está mapeando comércios – como pousadas, campings, oficinas de bicicleta e lanchonetes – que estão no percurso. “Nós estamos articulando com todos esses segmentos. Inclusive, incentivando a comunidade local a investir nos serviços turísticos”, diz Mendonça. #trihasp #aldeia #TenondéPorã #guarani #Guyrapaju #Kalipety #Yrexakã #TapeMiri #Kuaray #Rexakã #Krukutu #embuguaçu #embuguacu fonte: metropoles
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  • Parque Ecológico da Várzea Embu Guaçu - Professor Aziz Ab'Saber

    #parqueecologico #parqueembuguaçu #parquedavarzea #ecoparkembuguacu #ecovilleembuguaçu #azizabsaber
    Parque Ecológico da Várzea Embu Guaçu - Professor Aziz Ab'Saber #parqueecologico #parqueembuguaçu #parquedavarzea #ecoparkembuguacu #ecovilleembuguaçu #azizabsaber
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