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  • A ONU reconhece as ecovilas como uma das melhores práticas para o desenvolvimento sustentável. As ecovilas são comunidades que promovem um estilo de vida solidário e ecológico, respeitando os ciclos da natureza.
    Princípios das ecovilas Cuidar das pessoas e do ambiente, Preservar áreas degradadas, Propor soluções para a erradicação da pobreza, Respeitar os ciclos da natureza, Extrair apenas o que é necessário para viver.

    Contribuição para os ODS

    As ecovilas contribuem para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, como:
    ODS 11: Cidades e comunidades sustentáveis

    ODS 12: Consumo e produção responsáveis
    ODS 13: Ação contra a mudança global do clima
    Organização política e social
    As ecovilas têm uma organização política e social, com decisões feitas por consenso ou através de conselhos.
    Exemplos de ecovilas
    A UN17 Village, uma vila ecológica concebida por empresas dinamarquesas
    Ecovilas brasileiras, que podem ser encontradas em diversas regiões do país
    Ecovila Sustentar, que promove a conexão com a natureza, a arte e a alimentação compartilhada

    https://brasil.un.org/pt-br/sdgs/11

    #ecovila #ecoville #vivabrasil
    A ONU reconhece as ecovilas como uma das melhores práticas para o desenvolvimento sustentável. As ecovilas são comunidades que promovem um estilo de vida solidário e ecológico, respeitando os ciclos da natureza. Princípios das ecovilas Cuidar das pessoas e do ambiente, Preservar áreas degradadas, Propor soluções para a erradicação da pobreza, Respeitar os ciclos da natureza, Extrair apenas o que é necessário para viver. Contribuição para os ODS As ecovilas contribuem para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, como: ODS 11: Cidades e comunidades sustentáveis ODS 12: Consumo e produção responsáveis ODS 13: Ação contra a mudança global do clima Organização política e social As ecovilas têm uma organização política e social, com decisões feitas por consenso ou através de conselhos. Exemplos de ecovilas A UN17 Village, uma vila ecológica concebida por empresas dinamarquesas Ecovilas brasileiras, que podem ser encontradas em diversas regiões do país Ecovila Sustentar, que promove a conexão com a natureza, a arte e a alimentação compartilhada https://brasil.un.org/pt-br/sdgs/11 #ecovila #ecoville #vivabrasil
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  • Preciso de sócios investidores para canais de TV, canais temáticos para distribuir em operadoras e plataformas de forma paga. WhatsApp 19 987806644
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  • Venha Acampar no Festival Sustentarte!

    Acorde com os passarinhos em meio à natureza!

    Se conectar através de uma vivência coletiva e sustentável

    Encantar-se com novos sons, aromas e sabores!

    Venha celebrar este ciclo, encontrar novos amigos, mexer seu corpo e nutrir sua mente!

    Confrme sua Presença!

    Informações e Reservas: Collab | Eco Tur
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  • A PEDRA DE INGÁ
    Localizada no Brasil, é uma maravilha arqueológica mundial. Tem mais de 6 mil anos e centenas de símbolos estranhos.
    Cientistas de todo o mundo tentaram decifrá-la sem sucesso, a única coisa que se conhece é que possui caracteres egípcios, fenícios, sumérios também semelhantes ao rongorongo da Ilha de Páscoa e principalmente símbolos da linguagem nostrática, o mais antigo e raro da humanidade.
    Na pedra aparece a constelação de Órion, a via láctea, mensagens de um desastre mundial que virá no futuro, métodos para abrir portas mentais e viajar para mundos dimensionais, fórmulas matemáticas, equações e muitas outras coisas impactantes.
    Quem deixou escrito há 6 mil anos tal conhecimento nesta pedra? Como é possível que eles soubessem tudo isso no passado?
    A Pedra de Ingá é um monumento arqueológico, identificado como "itacoatiara", constituído por um terreno rochoso que possui inscrições rupestres entalhadas na rocha, localizado no município brasileiro de Ingá no estado da Paraíba.
    O termo "itacoatiara" vem da língua tupi: itá ("pedra") e kûatiara ("riscada" ou "pintada"). De acordo com a tradição, quando os indígenas potiguaras, que habitavam a região, foram indagados pelos colonizadores europeus sobre o que significavam os sinais inscritos na rocha, usaram esse termo para se referir aos mesmos.
    A formação rochosa em gnaisse cobre uma área de cerca de 250 m². No seu conjunto principal, um paredão vertical de 50 metros de comprimento por 3 metros de altura, e nas áreas adjacentes, há inúmeras inscrições cujos significados ainda são desconhecidos. Neste conjunto estão entalhadas figuras diversas, que sugerem a representação de animais, frutas, humanos e constelações como a de Órion.
    O sítio arqueológico fica a 109 km de João Pessoa e a 38 km de Campina Grande. O acesso ao local se dá pela BR 230, onde há uma entrada para a PB 90, na qual após percorrer 4,5 km chega-se ao núcleo urbano de Ingá. Atravessando a avenida principal da cidade, percorrem-se mais 5 km por estrada asfaltada até se chegar ao Sítio Arqueológico da Pedra do Ingá. No local há um prédio de apoio aos visitantes e as instalações de um museu de História Natural, com vários fósseis e utensílios líticos encontrados na região onde hoje fica a cidade.
    O sítio arqueológico está numa área, outrora privada, que foi doada ao Governo Federal e posteriormente tombada como Monumento Nacional pelo extinto Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN), a 30 de novembro de 1944."

    #pedradeinga #sitioarqueológico #joaopessoa #campinagrande #fenicios #sumerios #rongorongo #IlhadePascoa
    A PEDRA DE INGÁ Localizada no Brasil, é uma maravilha arqueológica mundial. Tem mais de 6 mil anos e centenas de símbolos estranhos. Cientistas de todo o mundo tentaram decifrá-la sem sucesso, a única coisa que se conhece é que possui caracteres egípcios, fenícios, sumérios também semelhantes ao rongorongo da Ilha de Páscoa e principalmente símbolos da linguagem nostrática, o mais antigo e raro da humanidade. Na pedra aparece a constelação de Órion, a via láctea, mensagens de um desastre mundial que virá no futuro, métodos para abrir portas mentais e viajar para mundos dimensionais, fórmulas matemáticas, equações e muitas outras coisas impactantes. Quem deixou escrito há 6 mil anos tal conhecimento nesta pedra? Como é possível que eles soubessem tudo isso no passado? A Pedra de Ingá é um monumento arqueológico, identificado como "itacoatiara", constituído por um terreno rochoso que possui inscrições rupestres entalhadas na rocha, localizado no município brasileiro de Ingá no estado da Paraíba. O termo "itacoatiara" vem da língua tupi: itá ("pedra") e kûatiara ("riscada" ou "pintada"). De acordo com a tradição, quando os indígenas potiguaras, que habitavam a região, foram indagados pelos colonizadores europeus sobre o que significavam os sinais inscritos na rocha, usaram esse termo para se referir aos mesmos. A formação rochosa em gnaisse cobre uma área de cerca de 250 m². No seu conjunto principal, um paredão vertical de 50 metros de comprimento por 3 metros de altura, e nas áreas adjacentes, há inúmeras inscrições cujos significados ainda são desconhecidos. Neste conjunto estão entalhadas figuras diversas, que sugerem a representação de animais, frutas, humanos e constelações como a de Órion. O sítio arqueológico fica a 109 km de João Pessoa e a 38 km de Campina Grande. O acesso ao local se dá pela BR 230, onde há uma entrada para a PB 90, na qual após percorrer 4,5 km chega-se ao núcleo urbano de Ingá. Atravessando a avenida principal da cidade, percorrem-se mais 5 km por estrada asfaltada até se chegar ao Sítio Arqueológico da Pedra do Ingá. No local há um prédio de apoio aos visitantes e as instalações de um museu de História Natural, com vários fósseis e utensílios líticos encontrados na região onde hoje fica a cidade. O sítio arqueológico está numa área, outrora privada, que foi doada ao Governo Federal e posteriormente tombada como Monumento Nacional pelo extinto Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN), a 30 de novembro de 1944." #pedradeinga #sitioarqueológico #joaopessoa #campinagrande #fenicios #sumerios #rongorongo #IlhadePascoa
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